terça-feira, 7 de maio de 2013

A vida segue difícil


A enganação evidente....


Saudações pessoas de bem!

Espero que estejam todos ótimos.

E o bicho tá pegando na novela das oito.....o campeonato brasileiro já está começando....a copa das confederações também já bate às portas e ainda temos a Copa do Mundo de 2014!! Nossa, quanta coisa boa!!! Estamos de parabéns por ter tanta coisa para distração! 

Em contrapartida, podemos observar a cesta básica tendo forte elevação na maioria das capitais, a reimplantação do AI-5 e tantos outros mais.

Parece que as “coisas” acontecem de forma premeditada para desviar o foco daquilo que é realmente importante. Não sei, mas é muita coincidência. A própria Copa do Mundo é realizada às vésperas das eleições para Presidente, Governador, Prefeito, Deputados e Senadores. Foda.....

Agora, estamos vendo uma forte movimentação nas redes sociais para a redução da maior idade penal. Será esse o caminho? Creio que não e explico os motivos.

Se o fato de se tornar maior fosse algum empecilho para o cometimento de crimes, não haveria tantos maiores presos!

A existência de uma punição clara e efetiva também não adianta no que tange à redução da criminalidade. Bem, o pessoal está se manifestando em vão! Primeiro que os que podem mudar algo ainda não tem interesse que seja feito dessa maneira. E segundo que isso, certamente, não inibe os criminosos.

Isso é um exemplo claro de que não adianta tratar os sintomas sem cuidar da estrutura. O problema é bem mais profundo, isso vem de cultura, educação e equilíbrio social. Além do que, reduzindo para 14 ou 16 anos, onde colocaríamos tantos presos? O sistema prisional já não recupera ninguém, quiçá um aumento de uns 40% em tal população.

Querem uma redução da violência e criminalidade? Vamos investir nos professores! Precisamos de educação de qualidade! Invista em planejamento familiar, para que as famílias tenham estrutura para investir na educação e formação dos filhos.

Mas, como as finalidades são outras, ELES preferem manter o povo na ignorância para terem condições de manipularem com maior facilidade. Será que isso está claro somente para mim?

Lamento que somente pequena parte da população tem informações o suficiente para mudar algo. Mas isso pode mudar se nós divulgarmos as informações e tentar canalizar as pessoas para uma mudança profunda refletida nas urnas.

O PAC (Programa de apoio ao candidato) vem forte agora! O Governo (cara de pau que é) divulga em rede nacional que está erradicando a extrema miséria!! Nossa, que vitória! Desde quando um aumento de R$ 70,00 para as famílias seja capaz de promover as famílias mais humildes para uma situação de dignidade. Ainda mais agora que a inflação perde o controle e corrói o poder aquisitivo dos mais pobres. Fodaaaaa.

E mudando de assunto completamente, fato que até já foi alvo de críticas por este blog, é impressionante o quanto a mídia depõe contra as polícias! Vira e mexe observamos que “bandido bom é mantido morto”, aí ocorre uma operação como aquela do Rio de Janeiro e o pessoal aproveita e cai matando! Os policias já foram condenados à prisão perpetua!!!! Inventaram um tanto de “se”! Se tivesse acertado o fulano, “se” tivesse acertado o beltrano! Vão pra merda! Não acertou ninguém e se acertassem alguém, o preço seria pago “de com força”!

Bem, é isso e não tenho muita coisa mais. Lamento pela baixa qualidade de tal texto, mas o tempo está corrido e não poderia deixar de lado.

Resumo da ópera I: saliento que não sou contra a redução da maioridade penal. Até mesmo que esta não deveria existir. O negócio é que tal medida deve ser acompanhada de outras situações para que os efeitos positivos sejam percebidos e efetivos. Mudanças estruturais geral resultados duradouros. A redução por si só é totalmente ineficaz e incapaz de proporcionar os resultados que precisamos.

Resumo da ópera II: enquanto “nossas” opiniões forem guiadas pelas mídias, estaremos navegando por um mar de calmaria infinita, onde o panorama atual tende a se perpetuar por muitos tempos, ao menos que um “revolucionário” assuma a frente e a direção das instituições públicas.

Resumo da ópera III: se as instituições policiais continuarem amordaçadas, dependentes e com poder limitado por interesses difusos, dentro em breve terão seus poderes completamente extintos e permanecerão no limbo, sem força ou suporte para ação de forma a defender a sociedade. E não aprovei em 100% tal ação que está sendo divulgada na mídia, um ou outro detalhe sempre há. O importante é que houve a preservação da ordem pública, mesmo, como de praxe, o risco de morte dos policias envolvidos na situação. Lá nos EUA, os que mataram um dos responsáveis pelo atentando terrorista em Boston estão sendo idolatrados por tal nação.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Tropa de Elite.....ou não...




Saudações meus nobres companheiros! Vamos indo em frente com nosso trabalho que já tem reconhecimento internacional!!! E não é brincadeira, temos acessos nos Estados Unidos, Canadá, Espanha e Portugal!!!

Para essa publicação, estava pensando em escrever sobre essa questão de homossexualidade, mas vou esperar render um pouco mais para argumentar com mais profundidade.

Hoje, escrevo sobre os filmes “Tropa de Elite I e II”, sendo que o segundo passou na televisão 
aberta segunda-feira passada.

Nós, militares ou ex-militares, observamos as produções com outros olhares. Vimos parte da realidade do que se passa em nosso cotidiano, principalmente no primeiro filme. Não tive acesso a um curso BOPE, mas penso que a realidade seja próxima daquilo que foi produzido. Obviamente, em outros Estados da federação as proporções e os níveis de combates são diferentes dos apresentados no Rio de Janeiro.

Arrepiamos, gostaríamos de estar lá, passamos aperto e até choramos ao ver cenas fortes de combate com perda de PM’s. Entusiasmamos com “trocas” frenéticas e serviços de qualidade sendo produzidos e apresentados para a sociedade.

Já o olhar do cidadão comum, tem a oportunidade de ver um pouco do estresse da profissão e acaba por concentrar seus olhares na violência policial ilustrada com o “pede para sair!”, as “sacoladas” e com a corrupção exacerbada dos policiais dos batalhões de área.

O segundo filme aponta diversas situações da vida pessoal do protagonista, passando por um processo de separação e problemas dentro da instituição sendo, inclusive, subtraído do serviço operacional e sendo transmitido para o administrativo.

Bem, dito isso, vamos para o mais importante, sendo que a grande maioria das pessoas se concentra no que foi explicitado acima e acaba deixando de lado a oportunidade de abrir seus olhos sobre a realidade nua e crua, sobre as “coisas” como verdadeiramente são. Para facilitar, enumerarei em tópicos, quais sejam:

-       - A posição do comandante geral da PM. Principalmente no segundo filme, ainda mais por tratar-se de cargo de confiança, livre nomeação e exoneração. Tal “personagem” é apenas um fantoche. Está ali apenas como figura representativa e para canalizar as vontades políticas que estão por trás. Não consegue proteger os interesses da tropa, não administra,não controla e tampouco desempenha as atividades que estão previstas em legislação própria. Na verdade, é o Governo quem comanda, manda, desmanda e torna o mais alto cargo da corporação como um cargo público qualquer e sem importância.

-       - O uso da máquina pública para fins pessoais. Também no segundo filme, vimos deputados, governador e secretários coniventes com “coisas erradas” com a simples e pura finalidade de angariar votos para a próxima eleição, participando, inclusive, de ações criminosas para promoção pessoal. Além disso, temos a apresentação da Secretaria de Segurança Pública desenvolvendo trabalhos para o Governo e pouco se lixando para suas finalidades reais.

-       - A corrupção policial. Por mais que a abrangência e o poderio dos corruptos sejam amplos, pode ser observado que são poucos os envolvidos com “as coisas erradas”. Tudo bem que era o comandante que, teoricamente, tem amplos poderes, mas na verdade eram 5 ou 6 personagens envolvidos no processo. Isso mostra e prova que a minoria que acabam por pichar e poluir o nome da instituição.

Essas foram apenas algumas percepções sendo que os leitores podem rever as obras “fictícias” e tirarem suas próprias conclusões.

Um detalhe interessante é que ao final do segundo filme, o personagem principal faz uma crítica ferrenha ao Congresso Nacional que deve ser considerada, inclusive, como a parte mais interessante do filme. Vamos aguardar o Tropa de Elite III que deve ser "combatendo no Planalto Central".

Resumo da ópera: para que ocorra uma melhora na situação operacional dos policiais militares, faz-se necessária uma lei que altere o processo de nomeação do comandante geral. Vem sendo ventilado algo sobre lista tríplice, mas o mais importante é que seja um nome ratificado e atestado pela tropa. E isso iria proporcionar, inclusive, muitos benefícios para a sociedade em geral, uma vez que uma polícia efetivamente estruturada e policias motivados contribuem para redução da corrupção e melhoria dos serviços prestados.

Resumo da ópera II: as produções tentam refletir a realidade do que se passa. O sistema realmente é feito para não funcionar ou para atender apenas alguns ramos da sociedade, principalmente os mais abastados. Nós cidadãos de bem, temos que ter a real noção da importância e capacidade de mudança que carregamos de dois em dois anos. Um voto consciente é a arma capaz de mudar o atual panorama político-social.

terça-feira, 2 de abril de 2013

O retorno da ARENA???



Saudações meus nobres amigos e companheiros! Já estava com saudades mas estou de volta! O pessoal pediu, voltei!

É muito complicado tentar fazer um trabalho de qualidade, e ver as pessoas tentando prejudicar. O pior é perceber que essas não sabem o que se passa e quais são os objetivos. Mas a vida tem que seguir e, dentro das minhas possibilidades, voltarei a escrever.

Hoje, tratarei sobre o retorno da Aliança Renovadora Nacional (ARENA)!

Para quem não sabe, esse era o partido que sustentava o governo no período ditatorial e que está sendo movimentado para retornar ao cenário nacional. 

Ah, mas e a ditadura? Teremos que sobreviver sobre a égide dos militares outra vez? E a violência? E a censura? E os abusos?

Confesso que não vivi tal período e só o conheço através de notícias e livros de história. Mas pautado em informações fidedignas, consigo explanar algo sobre o assunto.

A grande maioria dos que “toleraram” a ditadura, torcerão o nariz, virarão a cara e terão seus estômagos embrulhados só de ver tal assunto ressurgir das cinzas. Mas alguns detalhes têm que ser observados antes de qualquer tipo de conclusão precipitada.

Uma situação importante é considerar que o atual cenário social é bem diferente do anterior. Hoje o acesso à informação é facilitado, a cultura é outra, o perfil da sociedade é bem diferente, as pessoas e até mesmo os militares têm outras ideias. Até mesmo o mundo é outro!

Penso que não seria possível uma nova implantação do regime como era anteriormente, mesmo que nossa sociedade seja tolerante a cada situação inusitada, como o retorno e a ascensão de alguns nomes que não citarei.

Aliás, até creio que uma ditadura adaptada aos dias atuais seria interessante para os brasileiros. Naquela época, a violência não era tão disseminada, a família era mais respeitada, os valores sociais permaneciam sustentados e, além disso tudo, não tinha uma corrupção exacerbada como somos obrigados a engolir. 

Essa semana, vi rodar pelo facebook um vídeo de um telejornal onde é tratado os valores gastos com os políticos na atualidade. Nele, é afirmado que o parlamento brasileiro é o mais caro do mundo, onde o minuto trabalhado sai a R$11.545,00! Cada Senador sai por R$ 33.000.000,00! O custo anual de um deputado é de R$ 6.600.000,00!!! Pasmem! Não errei a quantidade de zeros!!! Esses são os valores legais! E como muitos desses caras de pau ainda conseguem roubar? Não tem lógica. E o pior, é que roubam dos mais necessitados.

Mas tudo bem, vamos indo, vivendo e diminuindo nossa tolerância a essa situação até que seja extinta. Pesquisem e façam as contas dos valores necessários para construir e manter um hospital, uma escola ou creche. É triste, mas é verdade. O duro é ter que ver noticiar que o governo está tirando milhões da miséria ao garantir uma renda familiar per capta acima de R$ 70,00.

Acabei sendo distraído pela revolta e esqueci o assunto principal. Pois bem, o retorno da ARENA pode até não ser uma solução viável e definitiva para os problemas sociais do Brasil, mas penso que isso seja um caminho. Precisamos de pessoas ou até mesmo um partido que esteja fortalecido e com disposição para encarar e enfrentar o sistema como está sendo apresentado.

Já faz um bom tempo que é noticiado uma reforma política e tributária que nunca saem do papel. Tudo bem, que os problemas do nosso país vão além disso, mas tratando esse câncer, já seria um baita pontapé inicial para uma alavancagem social considerável. Os recursos que são gastos para manter um padrão de vida de luxo dessas pessoas, saem do bolso do contribuinte, da cesta básica, da merenda escolar, do baixo salário dos professores e funcionalismo público em geral. Saem também do sucateamento da previdência pública e da saúde. 

A ARENA vem com esse objetivo, afrontar a organização e, para que haja um movimento produtivo e consistente, e isso deve partir do legislativo, que é o poder que dita as leis e inclusive seus próprios salários! Isso mesmo! E sem parlamentares sérios e preocupados com a questão social, permanecermos embutidos nesse processo cíclico, vicioso e prejudicial para quem mais precisa do governo: a população de baixa renda.

Inicialmente, tal movimento visa agregar militares e afins que são adeptos a tal mentalidade renovadora. Creio que não estão buscando uma revolução, mesmo que esta até seria interessante!

Deixando o espírito revolucionário de lado, entendo que essa é mais uma opção interessante que os brasileiros podem ter já nas próximas eleições! E mesmo que eles não consigam se organizar e já lançarem candidaturas, fica a ideia e a dica de algo que possa vir a ser uma luz no fim do túnel.

Resumo da ópera: todo esforço que seja voltado para o bem estar social é válido. Aqueles de bom coração e bem intencionados merecem uma observação de perto, cuidadosa e criteriosa. Já estamos fartos de dar oportunidade para aqueles que nos decepcionaram e ainda temos que ver os mesmos nomes retornarem de dois em dois anos. Mesmo sem saber ao certo quais os planos e intenções da nova ARENA, concito a todos que observem tal ressurgimento e pensem em novas possibilidades para o futuro. O certo é que não podemos seguir tolerando os mandos e desmandos daqueles que só estão lá em virtude dos nossos votos. Pensem!

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Ditadura.....



Ditadura?

Saudações meus companheiros!

Espero que estejam todos bem.

Um dia desses, vi um post no facebook comparando o período ditatorial com os dias atuais. No texto, o autor falava que tudo “podia” fazer, menos falar mal do presidente. Falava ainda que nos dias atuais nada pode, exceto falar mal do tal presidente. Refere-se a não poder namorar na rua, ter sua família, sentar em um bar para tomar uma com os amigos e outras coisas mais.

Bem, dito isso, ainda tratando da ditadura, podemos observar que a vida era dura. Os abusos dos militares, a repulsa, a censura, a tortura, falta de democracia...... Mas será que realmente a vida era difícil? Não posso afirmar muita coisa por não ter vivido no período.
Nos dias atuais, está difícil sobreviver. Nada pode! Não temos segurança para trabalhar, estudar, constituir familiar, não temos acesso à saúde e deparamos com dificuldades em curtir as opções de lazer. A violência está muito grande e a impunidade cada vez mais presente.

Observo ainda que o “pessoal” vivia reclamando e queria uma mudança. Uma dessas radicais que mexem com as estruturas. Batalharam, sofreram e conseguiram, com o movimento das “DIRETAS”, eleger um presidente pela vontade do povo.
Hoje não está muito diferente. Vivemos um momento ímpar de nossa história! Percebemos que estamos fartos de tanta desigualdade, violência, impunidade e uma corrupção exacerbada.

Tudo bem que temos um certo acesso à educação e uma renda um tanto quanto razoável, mas não podemos usufruir dessas conquistas que é bastante relevante.
Nessa miscelânea de conceitos e até mesmo uma certa mistura entre o pretérito e o presente, hoje convivemos com “morro do Dendê é ruim de invadir”, “queimando até a última ponta”, “mais uma dose” e outros trechos de música que estão na boca do povo.
Somos obrigados a digerir e aceitar o “deita e rola” do governo, os excessos cometidos pelos senhores deputados e senadores. E é verdade, somos obrigados porque ainda não despertamos nosso poder de mudança. As manifestações pró-liberação de entorpecentes e proteção aos homossexuais, fazem mais sucesso que algo anticorrupção. Sem contar com um agravante, essas pessoas que estão no poder são, em sua maioria, aquelas que afrontaram o poder ditatorial, inclusive nossa ilustre presidenta da república e diversos ministros e secretários do alto escalão do governo.

E por falar em afronta, sinto, inclusive, que existe certo revanchismo contra os militares. É só observar o que vem acontecendo tanto aqui quanto nos demais estados da federação. Em São Paulo, o “pau tá quebrando” para o lado dos PMs e ninguém faz nada. Será por quê? Hoje em dia, os militares não tem muita condição de trabalho, já que estão vendo esvaziar seu poder de ação. Até mesmo esse prende e solta que não tem mais fim, serve de exemplo para certificar o que fora afirmado. Ah, e não me venham dizer que estou protegendo os militares. Penso que posicionar-se contra a PM é fazer o mesmo com o restante da sociedade. Quando ocorre essa subtração de poder, de forma subsequente, aumentamos a insegurança ao ampliar a impunidade dos criminosos.

Bem, depois de tanto rodeio e até mesmo um texto pouco organizado, penso que, mesmo com todo esse cenário adverso, temos condições de mudar. Falo de mudança profunda, que varra essa corja e que limpe nossa cara perante o resto do mundo. Algo como uma reforma política que realmente profissionalize a administração pública, onde os órgãos e entidades sejam voltados para o bem estar social de forma a atender os anseios da população.


Resumo da ópera: no próximo texto devo abordar essas atrocidades que vem acontecendo contra crianças. Meninas violentadas e assassinadas de forma brutal. Mas, como o texto de hoje, gostaria de chamar a atenção sobre a responsabilidade de cada um, sobre o que cada um pode fazer. E esse poder vai muito além de manifestações de luto nas redes sociais. Ah, e será por que introduzi meu texto com base na ditadura? Pense!